sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Castelo Branco apoia Projetos Sociais no Jardim Batan


Desde o início do segundo semestre de 2017, alunos da Turma de Comunicação Comunitária, do Curso de Jornalismo da Universidade Castelo Branco, Campus Realengo, tem desenvolvido um trabalhando em apoio a duas instituições sociais, a Associação de Moradores e Amigos de Jardim Batam e o Centro Cultural Brasileirinho, ambas situadas na Zona Oeste do Rio de Janeiro, em um sub-bairro de Realengo, O Jardim Batan. 


Os jovens acadêmicos, estão desenvolvendo um projeto de comunicação comunitária, que tem por finalidade atingir dois  eixos fundamentais, equipar a sala de Ballet onde é desenvolvido o projeto “Mudança da gente”, voltada para crianças e adolescentes, nas instalações da Associação de moradores do bairro Jardim Batan e formar uma turma de jovens jornalistas comunitários do Centro Cultural Brasileirinho, para a atingirem a consecução dos seus objetivos, os alunos tem se aplicado na busca de patrocínio, realizado bazares, venda de quitutes, o que já vem demonstrando alguns resultados, conseguiram comprar o espelho da sala de Ballet, conseguiram a doação das tintas que ajudaram na reforma do espaço que beneficiará cerca de 60 (sessenta) crianças da atividade de dança e outros projetos que também utilizam aquele espaço. 



Já no Centro Cultural Brasileirinho, o projeto do jornal "A Voz do Batan" e a formação de jornalistas comunitários anda a todo vapor... os jovens da comunidade fizeram diversas vistadas a  Universidade Castelo Branco e receberam suas primeiras orientação rumo a comunicação comunitária.


Conhecendo a história do  Jardim Batan. 

O Jardim Batan, era uma grande fazenda onde havia criação de gado e uma vasta área de vegetação típica, que inclusive, seu nome é derivado de uma árvore, hoje extinta UBATAN.
A partir de 1970, o bairro recebeu pessoas oriundas de diversos lugares em seu território e em pouco tempo se tornou populoso. Como consequência dessas instalações, surge uma favelização no local, com pessoas tomando posse ilegalmente de terrenos particulares e com a construção de casas de forma precária, sem nenhum controle de órgãos fiscalizadores para tais construções.
Estima-se que o bairro tenha aproximadamente 50 anos, e atualmente tenha cerca de 50.000 habitantes, e que a grande maioria destes habitantes são oriundos da região Nordeste.
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