sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Protagonismo Cultural: protagonizando minha história em Senador Camará

Todo mundo curte um bom evento cultural realizado pertinho de casa. E quando ele é gratuito ninguém pode falar que não tem dinheiro pra ir, não é? Então se liga aí no que vai ter em Camará:
Foto: CCHC
Nesta quarta (22) vai ser realizado o "Protagonismo Cultural – Protagonizando Minha História", a partir das 14h, no Centro Cultural A História Que Eu Conto (CCHC), que fica no bairro de Senador Camará.

Na programação, crianças e adolescentes do CCHC vão mostrar o que aprenderam durante o ano através de exposições de grafite, dança, teatro e apresentações de esquetes. Aberto ao público, o evento vai ser um diferencial na região.

Conheça o CCHC

Criado para ser um provedor de oportunidades  à Vila Aliança e comunidades vizinhas da Zona Oeste do Rio, o Centro Cultural A História Que Eu Conto (CCHC), tem como base difundir educação e arte por meio da Cultura de Paz, metodologia criada pelo psicólogo e educador francês Pierre Weil. O CCHC, é fruto do sonho de um homem que no final da década de 80 foi um dos criminosos mais procurados no Rio de Janeiro: Samuel Muniz, o  Samuca.  Entretanto, sua vida no crime foi parada quando completou 22 anos de idade, após ser preso.  Ainda dentro da cadeia, Samuca teve contato com duas vertentes que mudaram sua vida para sempre: fé e música.

Regenerado e cansado de ver histórias como a própria se repetindo entre jovens e adolescentes, Samuca juntou forças com dois amigos (Jê e Binho) e decidiu dar vida nova a uma escola municipal abandonada na comunidade. Além de se tornar um instrumento facilitador de inclusão social, o Centro Cultural uniu os moradores da região e impulsionou neles o desejo de comandar a própria história através do desenvolvimento humano.

Desde a sua criação, em 2008, o CCHC já recebeu milhares de educandos, de diferentes idades, em atividades das mais variadas, desde dança contemporânea, pintura em tela, grafite, teatro e fotografia. Somente no primeiro semestre deste ano, mais de 150 jovens tiveram a oportunidade de ingressar no universo cultural da instituição.  Tanto esforço rendeu frutos importantes. Exemplo são as valorosas parcerias com empresas e entidades mundialmente conhecidas, assim como o respeito conquistado por meio de premiações.

Dessa forma, foi possível ampliar  o sonho e continuar compartilhando ainda mais aprendizado para revelar novos talentos. Foi o caso do jovem Cety Soledade, que teve seu trabalho de grafite no Boulevard Olímpico aplaudido pela imprensa internacional devido à excepcional qualidade artística.

Investindo no futuro

Para dar sequência às iniciativas desenvolvidas no CCHC, a instituição precisa mais do que nunca da ajuda de empresas, como também de pessoas físicas para patrocinar voos mais longos. Com uma participação inicial de apenas R$20, através do programa Sócio Realizador, o contribuinte alimenta o sonho de um mundo melhor por meio do desenvolvimento humano, transformando diamantes brutos em pedras preciosas.

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